top of page

Há pouco tempo, em uma galáxia nem tão distante...

  • 28 de dez. de 2015
  • 2 min de leitura

Clique na imagem para ver o trailer de Star Wars - O Despertar da Força

O novo filme da saga Star Wars é um verdadeiro sucesso. Arrecadando mais de um bilhão de dólares em apenas 12 dias, Star Wars – O Despertar da Força não apenas atraiu muitos jovens aos cinemas, como também aqueles que partilham do universo de George Lucas desde 1977.

Grande expectativa permeava o filme, afinal ao tentar fazer uma continuação a um clássico do cinema, pode-se errar muito. Não foi o caso. Desde o começo do filme nota-se o cuidado para que o “padrão” Star Wars fosse mantido. Desde a escolha dos atores da primeira trilogia até naves ou carcaças de naves parecidas com as de outros filmes. Tudo foi planejado para que o espectador pudesse ver uma história nova, com personagens novos, mas também matar as saudades das antigas trilogias.

A mescla do novo com o antigo foi muito inteligente, assim como o enredo do filme. Seguindo a mesma lógica, temos a impressão de que já vimos essa história. A busca pelo mestre Luke é o plano de fundo de mais uma luta do bem contra o mal. Temos um novo Darth Vader, que tem a mesma história que seu “mentor” e inspiração, um novo império que atende pelo nome de Primeira Ordem e mais uma vez a Força surge em um padawan mais velho e desacreditado.

Os novos atores foram outra grata surpresa. Apesar da grande polemica criada em torno de Rey (Daisy Ridley) e Finn (John Boyega), acredito que ambos deram conta do recado e mostraram aos críticos – a meu ver preconceituosos – o porquê de estarem ali. Achei ótima a ideia de termos uma mulher como heroína, já que tanto Padmé como Leia tinham papéis, a meu ver, secundários. Quanto à John, sei que o grande problema foi o fato de ele ser negro. Contudo, Mestre Windu (Samuel L. Jackson) também era negro e não houve grandes problemas ou críticas. A minha única resalva quanto aos atores é em relação ao filho de Han e Leia, Ben Solo (Kylo Ren). Gostaria muito que este personagem fosse interpretado por Hayden Christensen (Anakin Skywalker). Acredito que, pelo personagem ter uma história muito próxima a de seu ídolo, nada melhor do que levar a risca o desejo de Kylo Ren em ser igual à Darth Vader. Seria uma chance de trazer mais referencias à segunda trilogia, que, na minha opinião, é menos explorada.

O longa não é perfeito, como parece até agora. Algumas questões ficam em aberto que espero serem sanadas nos próximos filmes. Mais explicações sobre a Primeira Ordem, assim como o Líder Supremo são necessárias, assim como o exílio de Luke (seria ele o novo Mestre Yoda?), como o seu sabre de luz estava com “um estranho” e a separação de Leia e Han Solo (o que magoou alguns fãs). Agora a mais intrigante das perguntas: Como a Millennium Falcon ainda existe? Hahaha... Brincadeira.

Agora seguremos a nossa ansiedade e curiosidade até 2017 e que a Força esteja conosco até lá.

 
 
 

Comentários


Sobre Mim

Aspirante a jornalista, apaixonada por cinema, esportes, livros e viagem.

Posts Destacados
Posts Recentes
Procure por Tags
  • Facebook Black Round
bottom of page